Quem inventou o termo ‘capitalismo’ e por quê?

18 11 2020

O sistema econômico conhecido como “capitalismo” é o único sistema que garante a cada indivíduo sua liberdade pessoal.

É, portanto, o único padrão moral, honesto, autêntico e confiável político, econômico e social para buscar o bem-estar social, a prosperidade e a paz generalizados.

Mas o que significa a palavra “capitalismo” e por que foi inventada?

“Capitalismo” é um sistema econômico e social em que todos os ativos, incluindo casas, negócios e saldos bancários, são propriedade e controlados por pessoas privadas, em vez de membros de elite do governo (muitas vezes astutamente referidos como “a comunidade” ou “o pessoas”).

Este sistema é, no entanto, muito mais precisamente descrito como livre iniciativa, iniciativa privada, mercado livre, individualismo ou laissez-faire (francês: “permitir fazer” ou “deixar estar”) – uma política de mínima interferência governamental no setor privado interações dos indivíduos e da sociedade como um todo.

Os preços e a distribuição de bens e serviços não são, portanto, administrados por uma burocracia central neste sistema.

Eles são espontaneamente definidos pelas forças humanas naturais de demanda e oferta, que flutuam momento a momento a cada minuto de cada dia.

Na verdade, como a gravidade, essas forças de mercado nunca param de operar, mas são apenas distorcidas quando os homens tentam interferir nelas.

“Capitalismo” não é, portanto, um sistema social estabelecido de acordo com a teoria escrita de alguém.

Ele evoluiu espontaneamente ao longo dos tempos por meio de interações e impulsos humanos naturais em todo o mundo.

O termo “capitalismo” era quase desconhecido no mundo inglês até ser popularizado pela primeira vez por traduções para o inglês de Das Kapital em 1867.

Esta foi a obra do pai do comunismo, Karl Marx. O título foi traduzido para o inglês de várias maneiras como The Capital ou simplesmente Capital. Ambas as traduções são totalmente inadequadas.

Eles não transmitem a maneira pejorativa com que Marx usou o termo.

Como “aquela mulher” ou comumente “aquele canalha” de Clinton, That Capital, ou melhor ainda, That Maldito Thing Call Capital, poderia ter traduzido com mais precisão a verdadeira intenção da linguagem aviltante e estigmatizante de Marx.

Nem mesmo Adam Smith tinha ouvido falar ou usado esse termo ao tentar descrever o sistema de livre empresa em sua “Riqueza das Nações” um século antes, em 1776.

Para ele, mais tarde, ser “conhecido” como o “pai do capitalismo”, é um elogio do século 20 que ele nada sabia, nem merecia.

Isso nada mais é do que um exemplo flagrante de como as noções modernas são projetadas maliciosamente no passado.

No final dos anos 1700, a “filosofia da liberdade” criou raízes pela primeira vez na história moderna.

Os pais fundadores americanos foram profundamente influenciados por gerações de filósofos antigos e por seus predecessores intelectuais europeus próximos, como Adam Smith, David Hume e John Locke.

O núcleo de seu movimento, a Revolução Americana, e a subsequente rápida disseminação dos movimentos de liberdade em todo o mundo, foi alimentado pelos princípios básicos da liberdade popularizados por líderes sociais, políticos e religiosos que chegaram a uma visão “iluminada” sobre o natureza da humanidade individual.

Essas novas visões afetaram todas as esferas das relações humanas e não foram restringidas pela política, religião ou considerações econômicas.

O “comunismo” (em algumas formas também conhecido como “socialismo”), por outro lado, é uma teoria da organização social em que todos os ativos, incluindo casas, negócios e contas bancárias, são propriedade e controlados pela “comunidade”, daí a sua nomeia “comunismo”.

Na prática, todos os ativos passam a ser controlados e, portanto, efetivamente “propriedade”, pelos membros da elite do governo da época.

Cada membro do serviço público trabalha e recebe recompensa de acordo com sua capacidade e necessidades, sendo seu nível de remuneração ditado pelas elites no controle e não pelo valor de sua produção.

“De cada um de acordo com sua habilidade, de cada um de acordo com suas necessidades” foi o slogan inicial dos discípulos comunistas de Marx e Engels. “Comunismo” é, portanto, o oposto de “Capitalismo”.

É um sistema de propriedade estatal máxima (“comunal”) de todos os ativos e de interferência máxima do governo na operação da sociedade.

Na verdade, sob o “comunalismo”, qualquer manifestação de “individualismo” é intensamente desprezada e brutalmente desencorajada.

Para depreciar a empresa privada e a liberdade individual, o “comunismo” inventou o termo “capitalismo” e planejou ligar o termo a tudo o que é ruim, incluindo noções de exploração, maus tratos e abuso.

No entanto, o abuso é muito raro em sociedades onde os indivíduos são livres para se movimentar como quiserem, estão seguros em sua própria propriedade e têm liberdade de expressão e de consciência.

Esses direitos humanos geralmente estão ausentes ou são mal protegidos nos países “comunistas”.

Então, da próxima vez que você ouvir o termo “capitalismo”, saiba imediatamente que é um termo inventado, projetado por “comunistas” para denegrir um sistema de liberdade individual e inviolabilidade da propriedade privada que produziu as “classes médias” mais ricas em todos os registros história e que quase totalmente eliminou os níveis opressivos de pobreza e privação vistos pela última vez no Ocidente no século XVIII.

•  Temba A Nolutshungu





Refletindo sobre o comunismo após 103 anos

10 11 2020

O dia 7 de novembro marca o 103º aniversário da Revolução Bolchevique , quando os revolucionários comunistas derrubaram o governo czarista da Rússia, levando ao estabelecimento da União Soviética. A partir daí, o comunismo se espalharia pelo mundo com a promessa de libertar a classe operária e estabelecer uma utopia operária. Países como China, Vietnã, Cuba, Coréia do Norte, Camboja, Laos, Alemanha Oriental e muitos outros sucumbiriam às garras dessa ideologia autoritária. Uma ideologia sem nenhuma consideração pela liberdade individual e os princípios de uma economia sólida.

Está na moda para alguns questionar o fato de que mais de 100 milhões de pessoas foram mortas como resultado direto das ações de governos comunistas. Ações como genocídio, fome e perseguição. Quarenta e cinco milhões de pessoas mortas apenas na China no espaço de quatro anos devido às políticas monstruosas do Grande Salto para a Frente. Na Ucrânia, houve o Holodomor que “Segundo uma estimativa, custou a vida a 3,9 milhões de pessoas, cerca de 13% da população. E, ao contrário de outras fomes na história causadas por praga ou seca, isso foi causado quando um ditador queria substituir as pequenas fazendas da Ucrânia por coletivos estatais e punir ucranianos com mentalidade independente que representavam uma ameaça à sua autoridade totalitária. ”

A lista continua indefinidamente. Veja qualquer país, da Coreia do Norte a Cuba; sem qualquer desvio, cada país que adotou o comunismo trouxe morte, destruição e sofrimento contínuos para seus cidadãos. A razão não é por causa de maçãs podres. Com toda a conversa sobre “estruturalismo” e a importância dos sistemas sobre as ações individuais, você pensaria que os comunistas entenderam por que seu sistema sempre falha.

Não há acidentes; Economia ruim e ciência política ruim levarão a resultados terríveis. Se não houver controle do poder do estado, a tirania prevalecerá. Se você desconsiderar a economia sólida, as pessoas morrerão de fome. É tão simples quanto isso. 

A liberdade individual, a ordem constitucional, o império da lei e os mercados livres não foram adotados porque alguns homens brancos ricos acharam que seria divertido. Eles foram adotados porque é assim que você constrói uma sociedade próspera. Sem liberdade e sem mercados, você obtém o que aconteceu em cada nação comunista. Sangue nas ruas, fome aos milhões e momentos de partir o coração como este no Vietnã, enquanto o exército vietnamita comunista se aproximava da vitória.

“Mulheres fora das paredes choraram e choraram”, escreve o autor. “Alguns rolaram na calçada histéricos, gritando os nomes dos militares, empresários e diplomatas americanos a quem serviram como escriturários, motoristas, cozinheiros, faxineiros, guarda-costas e intérpretes. As mães tentaram passar seus bebês para os fuzileiros navais.”

Esse exemplo é um indicativo de cada regime comunista em que as pessoas arriscam suas vidas para fugir para países livres como os Estados Unidos. Todos os anos, cerca de 1.000 pessoas escapam com sucesso da Coreia do Norte; o resto é morto ou torturado por falhar. Se isso não for possível, como as mães mencionaram antes, no mínimo elas esperavam que seus filhos crescessem em um lugar como a América. 

Se isso não for convincente o suficiente, aqui está a história da minha família 

“O Khmer Vermelho foi um regime de extrema esquerda que acabou matando quase um quarto da população cambojana em um período de quatro anos. Quando chegaram ao poder, eles tinham como alvo civis chineses de etnia, como a família de minha mãe. Eles não eram apenas racistas, mas também invejavam nosso bem-estar financeiro, porque a família de minha mãe e muitos outros residentes chineses administravam pequenos negócios. No grande espírito da revolução dos trabalhadores e do capitalismo esmagador, eles estupraram, pilharam e destruíram comunidades. Minha família, como muitas outras, foi presa e enviada para campos de concentração que logo seriam apelidados de “Os Campos da Morte”. Minha mãe, ainda uma criança pequena, foi forçada a construir uma cabana com tudo o que pudesse encontrar. A fome em massa logo se seguiu, pois a economia foi absolutamente devastada e selada pelas políticas socialistas do Khmer Vermelho.

Não posso deixar de enfatizar o suficiente, não há acidentes e as idéias têm consequências. Existem sistemas de governo que liberam o potencial humano e geram prosperidade. Esse é um sistema que protege a liberdade.

Depois, existem sistemas que permitem a tirania, o assassinato e o sofrimento nas mãos de homens que afirmam falar em nome das massas. Sistemas que sucumbem ao conceito fatal de planejamento central e à falácia letal de que o governo é a personificação de Deus na Terra. 

Ethan Yang 

8 de novembro de 2020





Seus filhos e filhas revolucionários marxistas

21 10 2020

Os tumultos violentos, saques, incêndios criminosos e até mesmo a execução pública de partidários de Trump nos últimos seis meses foram principalmente o trabalho dos autodenominados revolucionários comunistas associados a “Antifa” e Black Lives Matter (BLM). Fotos de fichamento na polícia de alguns dos criminosos da Antifa/BLM que apareceram nos noticiários e on-line mostram que alguns deles estão seriamente perturbados; alguns são criminosos experientes com longos antecedentes criminais; parece haver uma preponderância de criminosos sexuais condenados e pedófilos entre eles; e o que parece ser centenas de piromaníacos. Eles estão sempre acompanhados por multidões de saqueadores urbanos ordinários e comuns, os produtos do estados e das suas escolas públicas do centro da cidade, destruidoras de vidas e infestadas de crimes, do seu assistencialismo social que destrói o incentivo à família e ao trabalho, e sua guerra contra as drogas.

Depois, há o grande exército de idiotas úteis – os milhares de garotos em idade universitária ou um pouco mais velhos, em sua maioria brancos. Eles não parecem dominar as fotos criminais publicadas pelos departamentos de polícia, mas parecem ter composto pelo menos metade da multidão nas muitas das cenas transmitidas pela televisão americana nos últimos meses. Perdi a conta de quantas vezes assisti na telinha uma menina branca gordinha vestida como uma mendiga mascarada gritava na cara dos policiais negros palavras sobre “supremacia branca” e racismo, como se esses negros em sua maioria de meia-idade não soubessem o que é discriminação racial. Depois, há aquela estudante da Ivy League cujos pais possuem várias casas multimilionárias que foi presa por colocar fogo em carros da polícia durante um dos distúrbios na cidade de Nova York. Suspeita-se que ela não era a única que se encaixava nessa descrição.

Os criminosos e os saqueadores da classe baixa estão nisso (bagunçando) por diversão e lucro, mas os universitários brancos estão lá porque pensam que estão sendo bons revolucionários marxistas ao se associarem ao BLM, cujos fundadores orgulhosamente proclamaram “somos marxistas treinados” (E que também defendem a abolição da família, como o próprio Karl Marx). Como diabos, pode-se perguntar, tantos estudantes universitários e graduados foram convencidos de que o comunismo totalitário, entre todas as coisas, é o que eles desejam para seu futuro?

Não estou falando de todos os estudantes universitários e recém-formados, é claro, mas de um segmento muito grande e expressivo dessa população – os chamados flocos de neve da justiça social. A resposta a esta pergunta é óbvia: eles foram completamente doutrinados pelas academias de doutrinação socialistas conhecidas como “faculdades e universidades” e também por seus professores do ensino fundamental e médio que foram doutrinados lá primeiro. Eles foram doutrinados no marxismo de livro didático, em técnicas e ideologias que foram pioneiras por Marx, Engels, Lenin e outros, e levadas adiante primeiro pelos “radicais marxistas dos anos 60” e depois pelos estudantes dos radicais que agora dominam quase todas as universidades.

Socialismo significa destrucionismo

Ludwig von Mises escreveu em seu clássico de 1922, Socialism, que “a ideia socialista nada mais é do que uma racionalização grandiosa de ressentimentos mesquinhos” e “a destruição é a essência disso”, o “desmanchador do que milhares de anos de civilização criaram”. A propriedade privada, a livre empresa, o império da lei, a sociedade civil, o constitucionalismo, a religião, a família, a tradição, a história, são todos hoje denunciados e destruídos rotineiramente pelos idiotas úteis que se rebelam nas ruas. O que mais alguém poderia chamar de motins, saques, incêndios criminosos e caos em certas cidades americanas, senão destrucionismo marxista?

Tudo o que Mises disse sobre os “marxistas revolucionários” do início do século XX se aplica à esquerda hoje. “Em vez de refutar” seus críticos, disse Mises sobre Marx e os marxistas, “seus discípulos imitaram fielmente o exemplo do mestre, insultando seus oponentes, mas nunca tentando refutá-los com argumentos”. Este é um credo marxista no qual os estudantes universitários de hoje são muito bem educados. Agora é quase rotina que, se um grupo de estudantes convidar um orador conservador ou libertário para o campus, ele será recebido por uma multidão gritando insultos contra ele, proibindo-o de falar e, no caso da Universidade da Califórnia em Berkeley, a casa do “movimento da liberdade de expressão”, incendiando os prédios do campus. Consequentemente, muito poucas vozes dissidentes chegam a ser convidadas para o campus. Apenas as classes “oprimidas” merecem o direito à liberdade de expressão. Os estudantes universitários de hoje são ensinados com os escritos do excêntrico acadêmico marxista do século XX, Herbert Marcuse. Todos os outros devem ser difamados, caluniados e rotulados como “racistas”, sexistas”, “fascistas”, etc., etc. As classes” oprimidas “são definidas pelos marxistas acadêmicos de hoje como todo mundo, exceto homens brancos heterossexuais que não sejam esquerdistas declarados. Todas as pessoas brancas são consideradas racistas inerentes de acordo com a esquerda de hoje, mas ser um comunista declarado no campus dá a alguém um cartão de saída livre da prisão.

Os “partidos socialistas” da época de Mises aperfeiçoaram “a técnica de agitação, a súplica por votos e almas, o despertar da excitação eleitoral, as manifestações de rua e o terrorismo.” Em outras palavras, não há nada de novo sob o sol quando se trata de ser um revolucionário marxista. O objetivo do “socialismo revolucionário”, escreveu Mises, “está principalmente preocupado em limpar o terreno para a construção de uma nova civilização liquidando a mais antiga”. Claro, toda a história das revoluções marxistas é que a civilização mais antiga, que pode ter evoluído ao longo dos séculos, é de fato destruída e então substituída por nada além de banditismo totalitário, corrupção, violência e matança em massa. Os estudantes universitários de hoje aprendem pouco ou nada sobre isso – a história real do socialismo – mas são bem educados em sonhos utópicos como o Manifesto Comunista. Certa vez, usei o Manifesto em uma aula chamada “Capitalismo e seus Críticos”, onde o tratei como um artefato histórico. Um aluno reclamou que foi a quarta vez que foi designado para lê-lo durante sua carreira na faculdade, mas a primeira vez que não foi retratado como um roteiro para o futuro.

Muitos não ficaram surpresos quando os desordeiros, saqueadores e incendiários marxistas revolucionários (RMRLA) começaram a derrubar estátuas de soldados confederados e nada disseram. Muitos zombaram do presidente Trump quando ele previu que a multidão passaria para Thomas Jefferson e outros fundadores. Eles ficaram (e estão) confusos, no entanto, quando a mesma gangue começou a destruir estátuas de Cristóvão Colombo, Abraham Lincoln, Thomas Jefferson, Teddy Roosevelt, abolicionistas da Nova Inglaterra e quase todos os outros tipos de estátua que comemoram o passado do país. Eles cortaram cabeças de estátuas da Virgem Maria em igrejas católicas e pintaram grafites vulgares em inúmeras igrejas. Mais uma vez, tudo isso é marxismo de livro didático como ensinado a seus filhos e filhas nas instituições de “ensino superior”. A tradição é apenas “uma ferramenta da burguesia”, disse Marx. “Na sociedade burguesa, o passado domina o presente; na sociedade comunista, o presente domina o passado.” Os marxistas não querem saber de aprender com os erros da história, pois eles – e somente eles – sabem todas as respostas.

Marx e Engels pediram a “Abolição da Religião” no Manifesto Comunista, juntamente com um apelo para “abolir o atual estado de coisas”. “A derrubada pela força de todas as condições sociais existentes” era seu objetivo. “Os comunistas em todos os lugares apoiam o movimento revolucionário contra a ordem social e política existente”, disseram eles, algo que provavelmente foi dito muitas vezes nas salas de aula das universidades no ano passado.

“Criticar implacavelmente de tudo o que existe” também foi pedido por Marx, que divagou que “as ideias dominantes de cada época sempre foram as ideias de sua classe dominante”. O comunismo “abole as verdades eternas”, gabou-se Marx, e “age em contradição com toda a experiência histórica passada”. Como F.A. Hayek escreveu em O caminho da servidão, em uma sociedade totalitária a verdade não é determinada por pesquisa, investigação, discussão, debate e educação, mas é transmitida pelo estado na forma de chavões estatistas.

Hoje isso é chamado de “teoria crítica” no mundo acadêmico e é bastante prevalente. Quando uma professora de faculdade de administração (na verdade, uma advogada contratada para pregar política de esquerda para estudantes de administração) iniciou um novo curso chamado “Pensamento crítico” na minha antiga universidade, perguntei a ela em qual disciplina acadêmica ela estaria se baseando – filosofia, lógica, filosofia política, economia, etc. Sua resposta foi “Oh, nada disso; vamos apenas criticar pessoas como você.”

Conversando com muitos de seus alunos ao longo dos anos, aprendi que nada lhes foi ensinado sobre como estruturar uma crítica usando lógica, fatos e teoria. Em vez disso, eles são ensinados a condenar, caluniar, rotular, denunciar e difamar qualquer pessoa que discorde de qualquer um dos chavões esquerdistas padrão com os quais todos os estudantes universitários são bombardeados desde o ensino fundamental. Crítica implacável, em outras palavras, exatamente como o próprio Marx defendia.

“O comunismo começa onde começa o ateísmo”, escreveram Marx e Engels, e “o comunismo é incompatível com a fé religiosa”. Marx ficaria realmente orgulhoso de seus seguidores contemporâneos. Um artigo da Agência Católica de Notícias de 1º de junho relatou que “igrejas em 6 estados americanos foram danificadas por protestos violentos”. Catedrais foram desfiguradas e danificadas e pintadas com spray “Deus está morto” e “Não há Deus”. Na Europa, cerca de 3.000 igrejas cristãs e outros edifícios foram vandalizados, saqueados e desfigurados em 2019.

Enquanto os pais dormiam, os esquerdistas universitários transformaram milhões de seus filhos em idiotas iletrados, de cabeça vazia e repetidores de slogans úteis para os mais desprezíveis tiranos políticos e pretensos ditadores do planeta. Muito bem, pais.

Por Thomas DiLorenzo -20/10/2020





Coronel Paraquedista José Sousa conta na Primeira Pessoa as Razões do 25 de Novembro de 1975

7 09 2020
Coronel Paraquedista José Sousa conta na Primeira Pessoa as Razões do 25 de Novembro

Comemora-se agora o 45 aniversário do 25Nov75; participei no 25Nov75, nos seus preliminares, na sua execução e depois integrei a Comissão Nacional de Investigação aos acontecimentos do 25Nov75 .

Sei, pois, o que foi exactamente o 25Nov75, quais os objectivos, autores, actores e sei que a versão oficial nada tem a ver com o que aconteceu, a não ser na resultante final; está aí para quem quiser saber a verdade dos factos.

Os objectivos políticos reais do 25Nov75 foram:

1º Recuo estratégico do PCP/ URSS no controle que detinha sobre o Poder político de Portugal e passagem para os bastidores da revolução, para acalmar o Povo Português e a comunidade internacional, alarmados estes com os excessos comunistas em Portugal.

2º Eliminação das extremas esquerdas anarco comunistas, inúteis e já incontroláveis politicamente pelo PCP.

Descrição e leitura política do 25Nov75

Portugal alvorece em pé guerra; o País sofre mais uma convulsão de epilepsia revolucionária.

Capitão para-quedista, recém-chegado de Angola, sou acordado com um telefonema que me diz: – ”Vermelho 9”; tal código determina-me a apresentação imediata na Base Aérea da OTAN na Cortegaça, e assim fiz.

Estava em curso a terceira e última golpada do processo revolucionário iniciado com o 25Abr74, acelerado com o 11Mar75 e desacelerado intencionalmente com o 25Nov75, por razões que adiante se compreenderão.

Na noite de 24 para 25Nov75, sargentos e soldados para-quedistas do Regimento de Tancos ocuparam as bases aéreas, prenderam os respectivos Comandantes, e exigiram a demissão do Chefe de Estado-Maior da FAP, o General Morais e Silva.

Os fuzileiros, a PM do Exército, o Ralis e a Escola de Administração Militar etc. solidarizaram-se com os paraquedistas; obedeciam todos às ordens do acéfalo herói de Abril, Major Otelo Saraiva de Carvalho, Comandante do COPCON, Comando Operacional do Continente.

Aparentemente, o PCP e a extrema-esquerda faziam o assalto final ao Poder. Seguiram-se diversos desenvolvimentos militares e políticos para contenção dos revoltosos em pé de guerra; as forças de contenção eram lideradas militarmente pelo Tenente Coronel Ramalho Eanes e, politicamente, pelo Major Melo Antunes.

Aquelas acções e, outras que se seguiram, saldaram-se por três militares mortos entre os Comandos e a Polícia Militar do Exército na Ajuda, e terminaram com o sucesso da facção oposta ao Major Otelo S. de Carvalho.

O Major Otelo é derrubado, mais tarde é detido e bem, depois foi solto e mal; a revolução devorava mais um dos seus filhos, o mais dilecto, e paria novos heróis, como todas as outras.

O TenCor Ramalho Eanes ascende à condição de “herói” circunstancial, é promovido a general e mais tarde eleito Presidente da República; foi o triunfo do seu carisma militar, honestidade pessoal, profissional e confiança política.

No terreno, os mais activos heróis desta “guerra” do 25Nov75 foram, no entanto, o Coronel Jaime Neves e os seus Comandos, não desconsiderando as acções relevantíssimas dos 122 oficiais paraquedistas as dos aviões e Oficiais pilotos aviadores da FAP, concentrados na Base da OTAN na Cortegaça (onde estive na circunstância) e de terceiras figuras várias, como foi o General Pires Veloso, Comandante da Região Militar do Porto, dito Vice-Rei do Norte, etc…

O folclórico esquerdista Major Otelo S. Carvalho e seus seguidores, a irracionalidade surrealista da extrema-esquerda, a falta de informação e manipulação política total dos sargentos e soldados paraquedistas, tudo isso foi usado neste golpe magistral do PCP, para este os mobilizar para a execução de acções militares irresponsáveis e que foram usadas, depois de contidas, como razão para eliminar da vida política aquelas forças e entidades de extrema esquerda.

Forças de extrema esquerda aquelas, civis e militares, que tinham sido criadas e alimentadas, intencionalmente, para servirem propósitos revolucionários que se esgotaram com a independência de Angola a 11Nov75.

Depois tiveram de ser neutralizadas, porque o PCP as considerava já inúteis, incontroláveis, contraproducentes e também para acalmar a Europa e os EUA, alarmados que estavam com a bandalheira anarco comunista em que Portugal se transformara. Antes do 25Nov75, Henry Kissinger, então Secretário de Estado dos EUA, afirmava que Portugal era já, e seria ainda mais, a vacina anticomunista da Europa.

Em Espanha estava em perspectiva a legalização do Partido Comunista Espanhol; a França e a Itália, em vésperas de eleições, esperavam votações significativas nos seus Partidos Comunistas.

Atingido o objectivo prioritário da URSS/PCP pós 25Abr74l, ou seja, a descolonização total pró URSS, o PCP tinha de sair da ribalta política em Portugal, para que os avanços europeus atrás previstos se concretizassem, e para que o comunismo português não se transformasse na tal vacina de que Kissinger falava, o que não interessava à URSS. E foi isso que a dupla PCP/URSS fez com o 25 Nov75, deu uns passos atrás em Portugal para acalmar e avançar na Europa, e sossegar os sentimentos anti comunistas em Portugal.

Como é que o PCP organizou o 25Nov75?

O 25Nov75 foi concebido, planeado e dirigido encobertamente pela URSS/PCP e alguns elementos do MFA, Movimento das Forças Armadas.

Raimundo Narciso do PCP, que em 75 tratava dos “assuntos militares”, afirmou que de facto o PCP foi a cabeça da organização da contenção do 25Nov75, e foi também quem orientou a esquerda militar, liderada por Otelo S. de Carvalho, na organização e lançamento do mesmo, seja, criou o incidente e controlou, sempre à rectaguarda, as duas facções em oposição. Desde o 25Abr75, que a URSS controlou em absoluto o poder político e militar em Portugal através do PCP e seus sucedâneos, até nos conseguir “expropriar” todas as colónias, com o nosso acéfalo contentamento, empenhamento e crença convicta nos vigários contos das verdades deles, que fizemos nossas.

A última colónia a ser entregue á URSS foi Angola, em 11Nov75 e em formato de neocolónia; não foi por acaso que o 25Nov75 ocorreu logo 14 dias depois do 11Nov75.

O 25Nov75 estava a ser preparado desde Agosto 75, pelo maquiavélico Major Melo Antunes, através do seu “Documento dos Nove”, inspirado este, encobertamente, pelos interesses do PCP.

Andei, pessoalmente, a fazer sessões de esclarecimento sobre este documento em Angola, na qualidade de eleito na Comissão MFA do Batalhão de Paraquedistas, BCP21, convencido eu que este este seria para conter os excessos ditatoriais do PCP e afins em Portugal; foi e não foi, tempos de enganos e desenganos!

Este então célebre documento, pelo seu propositado conteúdo anti excessos políticos em curso no Verão de 75, serviu para captar todas as forças à direita do PCP e para as preparar mental e operacionalmente para uma acção normalizadora desses excessos, e que vieram a constituir as forças de contenção do 25Nov75.

Para ultimação do 25Nov75, o Coronel MANKEIEV da KGB/ URSS chegou a Portugal em 18Nov75 e partiu em 23Nov75, tendo estado no quartel general do COPCON, Forte do Alto Duque, com o Major Otelo e com uma célebre figura do PCP, Jaime Serra, responsável das acções clandestinas do partido.

De 18Nov a 23Nov75 e no COPCON, estas entidades finalizaram os detalhes da componente política , operacional e ofensiva do 25Nov75, ou seja, o plano cumprido pelas forças militares que seguiram Otelo, em particular os Paraquedistas, a Polícia Militar, Fuzileiros e outros… ligados à extrema esquerda.

Eu confirmei, pessoalmente, a vinda e estadia do Coronel Mankeiev no COPCON, em documentos escritos constantes do processo do Otelo/COPCON, quando mais tarde integrei, oficialmente, a Comissão Nacional de Averiguações aos Acontecimentos do 25Nov75.

O Expresso noticiou também na altura esta presença, assim como a sua chegada e partida ao aeroporto de Lisboa.

Ambas as facções em confronto no terreno, os civis e militares do Major Otelo, aos quais o PCP esteve inicial associado, e os seus opositores liderados pelo TenCor Ramalho Eanes, todos foram telecomandados pelo PCP, uns mais e outros menos conscientes disso, mas a maioria ainda hoje está convicta de outra coisa qualquer.

Da facção do TenCor Ramalho Eanes (onde me incluía entre os oficiais paraquedistas), só o Major Melo Antunes tinha pleno conhecimento de tudo, pois foi ele o seu principal planeador político militar, sob orientação do PCP e este da URSS.

O Major Otelo ignorava que, para ele e toda a extrema-esquerda que o orbitava, estava reservado, desta vez, o papel de carneiros a serem sacrificados no altar da revolução e dos interesses da URSS, e foram eliminados nas suas próprias inocências úteis.

A arte e a eficiência da dupla URSS/PCP na concepção, planeamento e execução de tais acções, autênticas obras-primas do golpismo político militar, de engenharia da opinião pública, de manipulação dos militares, do povo e da política, foram absolutamente notáveis, de tal modo que esta verdade ainda hoje não é compreendida e nem sabida.

Ultrapassando este incidente do 25Nov75, importa considerar que houve uma inteligente, oportuna e eficaz lógica política golpista, sequencial e inexorável, de todos os eventos da revolução em Portugal, que não foi e não é acessível à opinião pública comum, intoxicada com correcções políticas.

As versões oficiais dos eventos chave do processo revolucionário português, sejam o 25Abr74, o 28Set74, 11Mar75 e 25Nov75 estão manipuladas; só a cronologia dos factos conhecidos e os agentes activos à vista estão correctos, e pouco ou nada mais.

Qual foi a lógica sequencial e os propósitos políticos subjacentes ao 25Abr74, 28Set74, 11Mar75 e 25Nov75?!

Os objectivos imediatos do 25Abr74 foram: – 1º mudar o regímen, 2º terminar a guerra do Ultramar e 3º descolonizar, exclusivamente, em favor da URSS, conforme Pacto de Paris de 27Set73, inspirado pela URSS e acordado entre o PCP e o PS.

Feito o 25Abr74, mudado o regímen, declarado o fim das acções ofensivas das FAP´s em África logo na 2ª semana de Maio, pelo General Costa Gomes (pró PCP), CEMGFA, havia, pois, que descolonizar em favor da URSS.

Mas o General A. Spínola, Presidente da República, e porta Bandeira do 25Abr74, era contra a descolonização sumária, imediata e pró URSS. Spínola defendia um processo de descentralização e autonomia das províncias que, ao longo de um período alargado de tempo lhes permitiria o acesso às independências, com salvaguarda dos interesses de todas as partes envolvidas, no contexto duma Federação de Estados sob a Bandeira de Portugal. (era também o pensamento da CIA/EUA)

Por este facto, as entidades comprometidas com a descolonização pró URSS, (Pacto de Paris de 27St73), o PCP e a esquerda em geral, tiveram que neutralizar politicamente o General Spínola. Para o efeito, conceberam e realizaram a chamada marcha da “Maioria Silenciosa” em 28Set74, fazendo constar e parecer ter sido inspirada pelo General A. Spínola, a quem acusaram (via intensa propaganda dos média, controlados pela esquerda) de querer usar tal “Maioria Silenciosa” para reverter as conquistas de Abril e forçaram o General a resignar da Presidência.

Mas, o General Spínola, embora resignado de funções oficiais, continuou a polarizar em torno de si muitos militares e civis , dotados estes de elevada consciência dos interesses nacionais, e que discordavam das descolonizações imediatas pró URSS, sem consultas prévias e ou eleições.

Identificado o General Spínola e os seus “seguidores” pelo PCP e afins, como obstáculo à descolonização pró URSS, e à sua aceleração, houve que os neutralizar política e fisicamente, o que o PCP e satélites políticos efectivaram com a golpada do 11Mar75, enfiando nas enxovias de Caxias todos os civis e militares listados como opositores a tal desiderato; só os libertaram, sem julgamento, depois da independência de Angola.

Com o General Spínola a monte e fugido do País depois do 11Mar75 e os potenciais opositores à descolonização pró URSS todos enjaulados em Caxias, sendo o Presidente da República Costa Gomes e o PM Vasco Gonçalves, dois convictos pró URSS, Portugal avançou rapidamente e em força com a entrega de todas as colónias à URSS, na pessoa dos seus movimentos armados naquelas províncias, através das hipocrisias das independências neocoloniais.

Simultaneamente, a sovietização do País ia de vento em popa, de que resultaram graves inquietações políticas internacionais dos EUA e Europa e mais ainda nacionais, face à intensiva comunização do País.

Tendo a URSS atingido todos os seus objectivos em Portugal em 11Nov75, com a independência neocolonial de Angola em seu favor…. a URSS decidiu então avançar com o 25Nov75, usando para o efeito o seu PCP e sucedâneos.

Conforme já atrás exposto o 25Nov75 foi, pois, planeado e levado à execução pelo PCP para eliminar a já inútil e incontrolável extrema-esquerda, e para recuar na sovietização do País, camuflando-se nos bastidores do poder e, acalmar assim a Europa e os EUA, e o próprio povo português, que já andava a incendiar as sedes comunistas pelo País fora, de Rio Maior para Norte.

O Major Melo Antunes salvou o PCP de ser perseguido e afectado pelo 25Nov75, ao fazer uma intervenção urgente e convincente na RTP, garantindo aos portugueses ser o PCP essencial e necessário à democracia.

Neste processo histórico, iniciado com o 25Abr74, os políticos e o povo em geral foram manipulados por modernos catecismos políticos, com ideias novas e ou reformatadas e variados “ismos”, mas, os seus objectivos reais foram e são sempre os mesmos: – O saque do Homem pelo Homem, ou neste caso, dum Estado (Portugal) por outros Estados (URSS), tudo mascarado sempre, com as mais nobres ideologias, utopias e valores humanos em alegado proveito dos povos deles vítimas.

Do 25 Nov 75 diz-se hoje ter sido feito por militares e políticos honrados e corajosos, que se organizaram militar e politicamente, para devolver a Liberdade aos portugueses que lhes foi dada em 25Abr 74 e roubada ainda nesse dia pela URSS através do PCP, assim resultou, mas a história não foi linear, foi como aí está expressa.

José Luís da Costa Sousa-Capitão Paraquedista à data deste evento e que integrou toda a acção do lado oposto ao Otelo Saraiva de Carvalho e extrema esquerda, e integrou também a Comissão Nacional de Inquérito aos acontecimentos do 25 de Nov 75.

Extraido do Notícias Viriato





Novas oportunidades para os marxistas: mudança climática e coronavírus

4 08 2020

2020/07/22 Thorsten Polleit

No Manifesto Comunista (1848), Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895) previram que o capitalismo levaria ao empobrecimento da classe trabalhadora. Por quê? Bem, para aumentar o lucro do capital investido, Marx e Engels argumentaram, os empresários (os capitalistas) explorariam os trabalhadores. Reduziriam os salários e piorariam as condições de trabalho aumentando, digamos, o horário de trabalho. Desse ponto de vista, Marx e Engels propõem uma teoria de imiseração do capitalismo .

Trabalhador “Exploração”

Os marxistas não argumentariam que os salários dos trabalhadores diminuiriam em termos absolutos, mas certamente em termos relativos: a renda salarial de muitos aumentaria menos que a renda dos capitalistas, tornando assim o primeiro mais pobre em comparação com o segundo ao longo do tempo. Especialmente em tempos de crise, que são inevitáveis ​​e recorrentes na economia capitalista, os trabalhadores seriam particularmente afetados, fazendo com que suas condições econômicas e financeiras ficassem mais atrasadas do que as dos capitalistas.

“Imperialismo” capitalista

Para piorar as coisas, os marxistas argumentam que o capitalismo traria colonialismo violento e imperialismo. Como os capitalistas pagam menos pelo trabalho do que o apropriado, os trabalhadores não podem comprar todos os produtos disponíveis. O capital em busca de lucro está, portanto, buscando abrir novos mercados em outras partes do mundo. Conflitos sobre quem controla o que surge entre as nações, abrindo o caminho para a guerra. Esta é, de fato, a mensagem que Vladimir Lenin (1870-1924) martelou para seus leitores em seu livro de 1917 Imperialismo: o estágio mais alto do capitalismo .

Se o capitalismo é ruim – se leva exploração, miséria e até guerra a muitas pessoas, e tudo isso beneficia os capitalistas – não é legítimo e consequente fazer tudo para superar o capitalismo e substituí-lo pelo socialismo? -comunismo, as alternativas ditas trazem paz, igualdade e vida mais feliz para as pessoas neste mundo? A economia sólida revela que a crítica marxista do capitalismo, bem como o entusiasmo do socialismo-comunismo, é equivalente a uma confusão intelectual total.

O que o capitalismo realmente é: cooperação pacífica

Muitas pessoas não sabem o que realmente significa capitalismo. O capitalismo é a ordem social e econômica na qual os meios de produção são de propriedade privada. Em sua forma “pura”, capitalismo significa respeito incondicional à propriedade privada, ao livre mercado e, mais importante, a uma forma de Estado que se limita a proteger as pessoas e suas propriedades contra a agressão de dentro e fora das fronteiras do país. O capitalismo “puro” é sem dúvida propício à cooperação pacífica e produtiva, tanto a nível nacional como internacional.

É o capitalismo que torna possível a produção em massa – a produção de bens e serviços para o consumo do maior número de pessoas. Os ganhos de produtividade que ele cria resultam em uma tendência a um aumento contínuo no padrão de vida médio das pessoas. Os produtores estão sujeitos ao princípio de ganhos e perdas: eles são recompensados ​​economicamente apenas se e quando seus produtos atenderem às preferências dos consumidores. Caso contrário, os empresários sofrerão perdas, forçando-os a melhorar sua produção em benefício de seus clientes.

O capitalismo puro não possui apenas um mecanismo embutido para melhorar o bem-estar material das massas. O que é particularmente maravilhoso é que, sob o capitalismo puro, os salários das pessoas não dependem da produtividade individual dos trabalhadores, mas da produtividade marginal do trabalho em geral. Suponha que uma empresa faça uma inovação produtiva. Para contratar mão de obra nova, é preciso pagar salários mais altos do que os pagos por outros empregadores. Este último, para manter sua equipe, também terá que oferecer um salário mais alto – em benefício de trabalhadores menos produtivos.

Deve-se notar também aqui que o capitalismo puro incentiva a divisão do trabalho entre as pessoas, nacional e internacionalmente. Por sua vez, isso leva as pessoas a buscar cooperação pacífica em vez de conflito: todos percebem que vale a pena cooperar, que isso é mutuamente benéfico para todas as partes envolvidas. Em outras palavras: o capitalismo puro é uma receita para a paz. Em um mundo de puro capitalismo, simplesmente não haveria razão para conflitos violentos em larga escala, muito menos para guerras estatais.

Intervencionismo vs. Capitalismo

Por que tantas pessoas guardam ressentimento ou ódio contra o conceito de capitalismo? Uma resposta é que eles presumivelmente olham em volta e veem os muitos males deste mundo, como a recorrência de crises financeiras e econômicas; desemprego em massa; programas de resgate que tornam as grandes corporações mais ricas, desconsiderando o destino das pequenas e médias empresas; aumento crônico dos custos de vida; crescente desigualdade de renda e riqueza; e crescentes tensões e conflitos geopolíticos.

Infelizmente, todos esses males são atribuídos ao capitalismo. Uma conclusão fatal, no entanto, porque não existe capitalismo puro, nem nos EUA nem na Europa, Ásia, América Latina ou África. O que descobrimos são sistemas intervencionista-coletivista e às vezes até socialista econômico e social. Especialmente no mundo ocidental, basicamente todos os estados e os grupos de interesses especiais que exercem grande influência sobre eles conseguiram substituir cada vez mais o pouco que resta do sistema capitalista nas últimas décadas.

Os estados interferiram em todas as áreas da vida das pessoas. Seja na educação (jardim de infância, escolas, universidades), saúde, pensões, transporte, lei e ordem, dinheiro e crédito ou no meio ambiente, os estados e seus governos se tornaram grandes atores nos mercados de bens e serviços, transformando o livre mercado em dificultado mercados, aumentando os impostos cada vez mais alto e minando cada vez mais e até destruindo a instituição da propriedade privada.

Intervenção prejudica a criação de riqueza oferecida pelo capitalismo

A economia sólida nos diz que os sistemas intervencionista-coletivista, e muito menos socialista, não funcionam para o maior benefício de todos. Todos esses sistemas são muito menos eficientes do que o capitalismo puro em termos de criação de riqueza material – e até provam ser falhas definitivas no caso do socialismo. O problema particular dos sistemas intervencionista-coletivista é que, para o observador desinformado, eles podem muito bem parecer capitalismo, resultando em todos os males do intervencionismo-coletivismo atribuídos ao capitalismo.

A verdade, no entanto, não poderia ser mais diferente. O intervencionismo-coletivismo trabalha para a eliminação dos remanescentes capitalistas. As crises que esses sistemas inevitavelmente causam, a insatisfação que eles criam entre muitas pessoas são interpretadas como resultado do capitalismo e, como conseqüência, as pessoas pedem o fim do capitalismo, para substituí-lo por um melhor, mais justo e confiável. ordem econômica e social. No entanto, seria ingênuo supor que o problema se limita à falta de conhecimento da economia sólida.

Culpar o capitalismo pelos males causados ​​pelos Estados

De maneira alguma menos importantes são os ideólogos da esquerda política. Sabendo que as chances de estabelecer o socialismo-comunismo definitivo no mundo ocidental por meio de uma revolta violenta têm sido razoavelmente pequenas nos últimos anos, os que estão na tradição marxista adaptaram sua estratégia: buscam uma transformação gradual do que resta do mercado econômico e econômico livre. sistema social, desacreditando o capitalismo, culpando todo o mal, todos os problemas sociais do capitalismo, imaginando-o como o inimigo da humanidade.

Isso, no entanto, é uma má interpretação intencional do que realmente está acontecendo. É dar um tom errado à realidade – com consequências trágicas. As pessoas acatam a mensagem – propagando-se repetidamente – de que o capitalismo selará seu destino: que enriquece os ricos às custas dos pobres; provoca turbulência financeira e econômica cada vez maior; não cria empregos suficientes e seguros; destrói o meio ambiente; e assim por diante. Tudo isso equivale a nada mais do que dar uma nova face à teoria da imiseração de Marx.

Neo-Marxistas: Não Esperando a Revolução

Isso está nas mãos dos neomarxistas que buscam o controle dos assuntos econômicos e sociais, esforçando-se para estabelecer uma “nova ordem mundial”. A disseminação do intervencionismo é certamente um marco nessa direção. Porque o intervencionismo, se não for interrompido e revertido, leva ao socialismo. E o ponto culminante lógico do socialismo é uma luta pelo domínio do mundo, pois o socialismo não pode existir em áreas limitadas da superfície da Terra, principalmente se ainda houver sistemas mais ou menos capitalistas ao redor.

Os marxistas no sentido tradicional podem esperar que o capitalismo torne o mundo maduro para o socialismo. Os neomarxistas, ao contrário, não gostariam de esperar que as coisas mudassem de direção; eles buscam ação. Incutir medo entre as pessoas de que o capitalismo não pode superar os problemas econômicos, sociais e ambientais urgentes do mundo, de que o capitalismo é a causa raiz de todas essas dificuldades, caracteriza a estratégia dos neomarxistas. Dito isto, “mudanças climáticas” e a pandemia de coronavírus são coincidências de sorte para eles.

das Alterações Climáticas

Sob a promessa de impedir a mudança climática, os governos devem executar intervenções de mercado verdadeiramente radicais: impor impostos e manipular preços de bens e serviços, determinando politicamente o tamanho e a estrutura da demanda do consumidor e do investimento. De fato, sob o rótulo de “política de mudança climática”, as políticas de extrema esquerda podem levar as economias efetivamente ao planejamento central: a elite dominante determina quem produz o que, quando e a que custos, e quem deve consumir quando e o quê.

O pânico do vírus

A epidemia de coronavírus oferece a todos os inimigos do capitalismo puro uma oportunidade ainda maior de derrubar o pouco que resta do sistema de livre mercado. Com a ajuda de bloqueios coercitivos – supostamente uma medida para “combater o vírus” – os governos podem destruir diretamente o capital corporativo, boicotar o comércio global e causar desemprego em massa, deixando muitas pessoas desanimadas e receptivas a ainda mais intervencionista-coletivista ou mesmo políticas socialistas diretas.

O medo é conhecido por ser a base do poder de qualquer governo. Os neomarxistas, e os que são a favor do estabelecimento do controle global central, incorporaram cada vez mais essa verdade infeliz à sua agitação política para destruir o que resta do livre mercado e da ordem social livre, e ainda mais como sua teoria da imiseração – o empobrecimento de as massas sob o capitalismo – fracassou lamentavelmente. Se o ataque neomarxista pode ser bem sucedido ou derrotado é de suma importância para a grande maioria das pessoas.

Somente o capitalismo pode fornecer bens e serviços necessários

O capitalismo puro é a única forma viável de organização econômica e social. Em Socialism: An Economic and Sociological Analysis from 1951 (publicado pela primeira vez em 1922 como Gemeinwirtschaft: Untersuchungen über den Sozialismus ), Ludwig von Mises (1881–1973) observou: “O capitalismo é a forma de economia social em que todas as deficiências do o sistema socialista … é consertado. O capitalismo é a única forma concebível de economia social que é apropriada para atender às demandas que a sociedade faz de qualquer organização econômica “(p. 220).

Desconsiderar os ensinamentos econômicos sólidos sobre capitalismo e socialismo e ceder às idéias propagadas pelo neomarxismo acabaria por destruir a própria base sobre a qual repousa o bem-estar material de bilhões de pessoas neste mundo. Isso resultaria em grande miséria, até fome e conflitos violentos. Portanto, é chegada a hora de expor com ousadia os erros e confusões da ideologia intervencionista-coletivista e socialista-marxista e corajosamente pedir o restabelecimento do capitalismo puro.Autor:

Thorsten Polleit

Dr. Thorsten Polleit é economista-chefe da Degussa e professor honorário da Universidade de Bayreuth.





Confira a tabela e saiba porque a Esquerda deve ser combatida e confrontada

27 07 2020

Dylan Dantas

Esquerda vs Direita

View original post





Como a esquerda explora o anti-racismo para atacar o capitalismo

9 07 2020

Joseph Schumpeter observou uma vez: “o capitalismo é julgado perante juízes que têm a sentença de morte nos bolsos”. O capitalismo deve ser condenado, não importa o que aconteça, mesmo que os executores ainda não tenham decidido a razão específica de sua condenação.

As forças do anticapitalismo há muito se transformaram na forma que melhor lhes convier para tirar vantagem do zeitgeist . Qualquer que seja a mais recente injustiça – de um ambiente poluído à pobreza e ao racismo – a solução é sempre a mesma: a destruição de mercados e a liberdade de mercado. Como Ralph Raico observou :

Em épocas anteriores, eles [isto é, os anticapitalistas] indiciavam o capitalismo pela imiseração do proletariado, depressões inevitáveis e o desaparecimento da classe média. Então, um pouco mais tarde, foi para o imperialismo e guerras inevitáveis entre as potências imperialistas (capitalistas).

O capitalismo foi acusado de ser incapaz de competir com as sociedades socialistas no progresso tecnológico (Sputnik); com a promoção da automação, levando ao desemprego permanente catastrófico; tanto com a criação da sociedade de consumo e sua riqueza de porcos quanto com a incapacidade de estender essa porcaria à subclasse; com “neocolonialismo”; com mulheres opressoras e minorias raciais; gerando uma cultura popular meretriz; e com a destruição da própria terra.

No momento, a esquerda aparentemente decidiu-se pelo racismo como justificativa para a última rodada de invectivos anticapitalistas. De fato, se nos aprofundarmos na narrativa de esquerda do atual movimento Black Lives Matter, encontraremos uma corrente considerável de anticapitalismo. Isso não quer dizer que o anti-racismo não tenha nada a ver com a controvérsia. É claro que é um e LEMENTO do movimento. Além disso, pode certamente ser o caso de que a maioria das fileiras do movimento – aqueles que se manifestam nas ruas – seja animada simplesmente pelo desejo de acabar com os maus-tratos cometidos pela polícia do governo.. Mas quando chegar a hora de formular respostas políticas às atuais crises de abuso policial, é provável que descubramos que a esquerda está exigindo uma “solução” que vai muito além de apenas responsabilizar policiais abusivos e se concentrar em desmontar ainda mais o que resta da economia de mercado.

“Neoliberalismo” como supremacia branca

Embora a conexão entre o abuso policial e os males do capitalismo possa não ser aparente para alguns, a acusação de que o capitalismo é o culpado final fluirá naturalmente do fato de que a esquerda há muito tempo tenta conectar o racismo às economias de mercado. Encontramos a evidência em inúmeros livros e artigos de autoria de esquerda que afirmam que o capitalismo e o racismo são inseparáveis. O vocabulário usado aqui emprega o termo pejorativo usual para o capitalismo empregado pela esquerda: neoliberalismo.

Embora muitos liberais de livre mercado (isto é, liberais “clássicos”) e conservadores tenham tentado se assegurar de que ataques ao neoliberalismo são meramente ataques benignos às elites globalistas, essa é uma visão ingênua . A esquerda tem consistentemente usado o termo “neoliberal” para descrever quase qualquer ideologia ou agenda política que seja moderadamente procapitalista . Na sua opinião, o neoliberalismo é simplesmente capitalismo de mercado.

Por exemplo, em um artigo intitulado ” Política negra e a ordem racial neoliberal “, os autores Michael C. Dawson e Megan Ming Francis são bastante claros de que um ataque ao neoliberalismo não é um mero ataque limitado a uma elite internacional de banqueiros centrais:

Definimos o neoliberalismo como um conjunto de políticas e princípios ideológicos que incluem a privatização de bens públicos; a desregulamentação ou eliminação de serviços estatais; estabilização macroeconômica e desânimo das políticas keynesianas; liberalização comercial e desregulamentação financeira.

O neoliberalismo é qualquer movimento na direção de menos intervenção do governo na vida cotidiana de empresários, empreendedores e famílias. Ser um “não neoliberal” – e, portanto, ideologicamente correto – é a favor de políticas keynesianas, controles comerciais e mais regulamentação governamental.

O anticapitalismo é aparente quando a pesquisadora Felicia Rose Asbury conclui : “Black Lives Matter … opera como subproduto e local de resistência às manifestações materiais e ideológicas de projetos neoliberais”. Isso, é claro, faz todo sentido se o neoliberalismo estiver indissoluvelmente ligado ao racismo, e assim Asbury continua descrevendo o neoliberalismo como sendo caracterizado pela “exclusão e apagamento” de grupos não-brancos, que suas “manifestações estruturais da violência” perpetuam. Consequentemente, torna-se necessário “criar um futuro negro além do paradigma neoliberal”.

Dawson e Francis lamentam da mesma forma a “história entrelaçada da supremacia branca e das estruturas econômicas capitalistas”, e isso é especialmente alarmante para eles, porque, na narrativa anticapitalista, o capitalismo de livre mercado é a ideologia dominante no mundo hoje. A história por trás disso é familiar para qualquer pessoa versada na narrativa histórica da esquerda sobre o neoliberalismo. Especificamente, como Dawson e Francis o descrevem:

O neoliberalismo é um conjunto de políticas e uma ideologia que levou à transformação do governo, começando pelo presidente Ronald Reagan, de políticas sociais do tipo New Deal para políticas que não apenas seriam ditadas pelos princípios de mercado, mas também procurariam ter os valores de mercado dominam todas as esferas da existência humana, do entretenimento à ciência, da educação às artes. Reagan e seus contemporâneos, a primeira-ministra Margaret Thatcher, da Grã-Bretanha, e o chanceler Gerhard Schröder, da Alemanha, foram os mais bem-sucedidos na guerra ao contrato social keynesiano, atacando a rede de segurança social, o trabalho e suas organizações, e qualquer argumento ou política que favorecesse, mesmo se ainda que levemente, aqueles que não eram membros do “1%”.

Além disso, na mente do intelectual anticapitalista típico,  a história das décadas de 1980 e 1990 é aquela em que os capitalistas passaram de vitória em vitória, derrubando o velho paradigma do New Deal , que valorizava o igualitarismo e a justiça social. Uma ordem econômica quase laissez-faire tem sido a regra desde então.

No entanto, para quem está prestando atenção, essa narrativa é claramente absurda. Se olharmos para as receitas fiscais, os gastos do governo, o emprego no governo ou a carga regulatória, o controle estatal da economia – pelo menos nos Estados Unidos – é muito maior hoje do que em qualquer outro momento do passado . A economia não foi “desregulada” e o paradigma keynesiano não foi reduzido. No entanto, a narrativa permanece imensamente poderosa. Tanto esquerdistas quanto conservadores acreditam nisso, e é por isso que até os conservadores  alegam que os “fundamentalistas do mercado” dominam  todo o aparato governamental.

“Capitalismo racial”

A centralidade do racismo no capitalismo é ainda reforçada pelo termo relativamente recente “capitalismo racial”. O termo é empregado por Dawson e Francis, que definem o capitalismo racial como “o sistema produzido pelas estruturas hierárquicas mutuamente constitutivas do capitalismo e da raça nos Estados Unidos”. Essa frase pode ser difícil de entender para aqueles que não estão familiarizados com a visão de esquerda do capitalismo: o capitalismo é inerentemente hierárquico e caracterizado por conflitos de cima para baixo e de baixo para cima entre as classes sociais. Nesta visão, o capitalismo é fundamentalmente inseparável da coerção estatal, que deve ser empregada pelos capitalistas para manter os trabalhadores em seu lugar. Os capitalistas empregam divisões raciais para reforçar essa hierarquia.

Inúmeros exemplos dessa teoria estão detalhados no novo livro de Walter Johnson, O Coração Partido da América: St. Louis e a História Violenta dos Estados Unidos . Embora Johnson se concentre na cidade de Saint Louis, o livro é realmente sua história de como os capitalistas de todo o país usaram o racismo para explorar as classes média e trabalhadora nos últimos dois séculos. É uma história de como “o capitalismo racial tem sido aquele em que a supremacia branca justifica os termos de … exploração capitalista”. Johnson deixa claro que vê a promoção do racismo como uma tática necessáriaem perpetuar o capitalismo à custa dos trabalhadores. Para Johnson, é possível controlar minorias raciais e étnicas com demonstrações de força física. Mas os trabalhadores brancos numericamente superiores exigem uma estratégia diferente: especificamente, “a supremacia branca é necessária para controlar o povo branco”. 1

Consequentemente, na visão de Johnson, descobrimos que o capitalismo se apóia em uma base instável em que o racismo não é apenas parte da estrutura capitalista. O racismo deve ser perpetuado pelos capitalistas para manter o status quo capitalista . A conclusão se torna óbvia: destrua o capitalismo e nós destruamos o racismo.

É fácil ver, então, como um oponente bem-intencionado do fanatismo pode concluir que a causa da decência deve exigir a destruição do capitalismo. Segundo os intelectuais de esquerda, não apenas o neoliberalismo (isto é, capitalismo) está inextricavelmente ligado ao racismo, mas a ordem neoliberal é a dominante. Podemos então concluir que as injustiças que vemos ao nosso redor – presumivelmente um produto do status quo – só podem ser consertadas derrubando essa ideologia dominante. Além disso, a atual classe dominante – os capitalistas ascendentes – emprega o racismo para se sustentar à custa de todos os outros.

Quem não gostaria de atacar os capitalistas depois de aceitar essa narrativa?

O problema de tudo isso, é claro, é que o capitalismo certamente não é a ideologia dominante do status quo . Se assim fosse, Paul Krugman não seria um queridinho da mídia e os EUA não teriam déficits de trilhões de dólares a cada ano, financiados com dinheiro impresso pelo governo. Além disso, o capitalismo é inimigo dos sistemas de castas, que tendem a encontrar o maior apoio nos sistemas tradicionalistas não capitalistas de privilégio e protecionismo. Não é coincidência, é claro, que os motoristas escravos do velho capitalismo veementemente caluniem todas as oportunidades .

Mas mesmo se vencêssemos esse argumento, a narrativa anticapitalista mudaria simplesmente para o ambientalismo ou a torpe moral do consumismo. Este ano, a narrativa anticapitalista popular é sobre raça. No próximo ano, pode ser algo completamente diferente. As evidências apresentadas no julgamento do capitalismo mudarão. Mas a sentença de morte presumida permanecerá.

  • 1Deve-se notar que Johnson não inventou essa teoria, embora a empregue extensivamente. Martin Luther King, Jr., sugeriu uma teoria semelhante em 1965, quando afirmou: “A segregação das raças era realmente um estratagema político empregado pelos interesses emergentes dos Bourbon no Sul para manter as massas do sul divididas e o trabalho do sul o mais barato no país”. a terra.” Os “interesses Bourbon” foram os democratas Bourbon do final do século XIX, notáveis por seu apoio ao dinheiro duro, descentralização e capitalismo de mercado em geral. O mais famoso democrata Bourbon foi Grover Cleveland, de Nova York, provavelmente o último verdadeiro liberal econômico da Casa Branca.

Autor:   Ryan McMaken





A vitória póstuma de Hitler

17 06 2020

https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/a-vitoria-postuma-de-hitler-11610413





Os fascistas de hoje chamarão a si mesmos anti-fascistas

14 06 2020

BLASFÉMIAS

Começo a ter profundas saudades de um tempo em que as mulheres podiam ser mulheres e gostar de tudo o que entendessem. Ficar em casa a tomar conta da família ou trabalhar fora a ajudar o marido. Fazer carreira ou simplesmente não fazer absolutamente nada. De querer ter uma família patriarcal, monoparental ou não ter família nenhuma. Sem pressões. Sem rótulos. Em total liberdade de escolha e não por imposição.

Tenho saudades do tal piropo que fazia parte do engate e a quantidade de piropos que conseguíamos arrancar dizia-nos tudo sobre o nosso “sex apeal”. E ninguém via “assédio sexual”  nisso.

Da nostalgia dos tempos de elegância da mulher e do homem. Do glamour. E não da valorização do maltrapilho e desleixo. Do Festival da canção que era mesmo da canção e não da aberração com letras parvas. Dos Globos de Ouro que eram do cinema e não…

View original post mais 581 palavras





As aulas marxistas de História da telescola

5 06 2020

BLASFÉMIAS

Aqui há tempos um indivíduo que se dizia de direita, num partido de direita, perdeu a compostura comigo quando eu, muito educadamente, e a propósito de um pequeno vídeo que ele fizera sobre os extremismos de “direita” e de esquerda, o corrigia dizendo que Hitler e Mussolini não eram de direita. O moçoilo trepou paredes e de forma quase directa chamou-me de ignorante mesmo depois de lhe ter demonstrado que essa narrativa ensinada nas escolas era manipulada pelo “gramscismo” que passou a fazer parte do ensino depois de 74. Expliquei-lhe que a escola não ensina a História tal como ela aconteceu. Que os conteúdos foram manipulados com “camuflagem”, truncagem e adulteração de factos para favorecer a ideologia socialista/comunista e  por isso, pensava assim. Que a culpa não era dele. Pedi inclusive que aprofundasse o tema pesquisando por conta própria. Escusado será dizer que não valeu a pena e ainda saiu…

View original post mais 1.753 palavras








%d bloggers like this: