Sou anti-feminista, branca, heterossexual, anti-marxista, anti-drogas, pró-vida e do povo. Um perigo social.

4 03 2019

BLASFÉMIAS

Descobri que sou um “perigo social”. Uma ameaça a esta sociedade que se diz  “progressista” mas que nada fez senão regredir à sua forma mais primitiva. Ser anti-feminista, branca, heterossexual,  anti-marxista, anti-drogas, pró-vida e do povo, transforma-me num alvo a “abater”. Porquê? Ora, porque faço parte da maioria e hoje as maiorias são para aniquilar.

Não se pode ser anti-feminista mesmo sendo mulher. Não pode. Porque as mulheres têm de ser feministas custe o que custar, porque se não o forem são contra as mulheres (ah! ah! ah!). Acontece que não sou feminista precisamente porque defendo a liberdade e igualdade para  todos os indivíduos e por isso não posso estar do lado de quem reivindica liberdade para as mulheres sonegando as liberdades aos homens,  de quem hoje transformou uma luta por direitos numa espécie de “luta de classes” pela supremacia feminina.  E não, não devo a minha liberdade às…

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O racismo do SOS Racismo

29 01 2019

via O racismo do SOS Racismo





O extremismo, quando é de esquerda, é “fofinho”

9 01 2019

BLASFÉMIAS

A TVI, na sua crónica criminal (sim, criminal) do programa Você na TV, subordinada ao tema “Precisamos de um novo Salazar?”, decidiu convidar Mário Machado um ex-recluso e antigo líder do movimento Portugal Hammerskins (PHS) para uma entrevista. Imediatamente foi o fim do mundo! O PCP (sim esse!) pediu uma audiência urgente da ERC afirmando que “a Assembleia da República, enquanto órgão de soberania representativo da democracia portuguesa, não deve permanecer indiferente perante atentados aos valores democráticos e humanistas” quando é o próprio a defender e louvar as ditaduras sanguinárias  que nada têm de humanistas e ignora todos os dias as matanças que por lá se fazem!  Os comentadores marxistas, que defendem também as maravilhosas ideologias leninistas, estalinistas, trotskistas, maiostas, chavistas responsáveis pelos genocídios que todos conhecemos da História,  indignaram-se coitadinhos e não pouparam críticas severas (deve ser por medo da concorrência). Entretanto, os “humanistas democráticos moderados e tolerantes”

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Quando o lobo veste pele de cordeiro

9 12 2018

BLASFÉMIAS

O Vaticano decidiu apoiar o Pacto de Migrações da ONU condenando os países que decidiram não assinar o manhoso documento. É verdade. Deixou claro, desta forma, que religião também é política e que imiscuir-se nestes assuntos também lhe compete. Assim, declarou estar de acordo com a imposição da ONU de aceitação de migração massiva indiscriminada,  de todos os indivíduos que o quiserem, quando quiserem, seja por que motivo o quiserem, declarando ser um “direito humano”, transformando-os automaticamente  em cidadãos com pleno direitos nos países receptores, independentemente do perigo que isso representa. Porém o Vaticano, que é um Estado independente, na hora de acolher, seleccionou só famílias com mulheres e filhos maioritariamente cristãos –  e controlou o número de refugiados que aceitou – 12 famílias –  não deixando as portas escancaradas e acessíveis a todos os que quisessem lá viver. Porquê?

Não é a primeira vez que vejo  hipocrisia por…

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Um país em ruínas

24 11 2018

BLASFÉMIAS

O país está todo a cair aos bocados. Esta semana foi em Borba onde 5  vítimas inocentes desaparecem num aluimento de uma estrada nacional sinalizada por 5 vezes junto do Estado  e meses depois de Galamba ter reunido com  os autarcas. Em 2001 foram 59 desgraçados que caíram do tabuleiro da Ponte Hintze Ribeiro em Entre-Os-Rios que colapsou. Em 2017, somou-se  centenas de pessoas que morreram queimadas na estrada, por falta de meios das autoridades, outras a morrer de legionella e bactérias multi-resistentes  em hospitais públicos, por falta de manutenção. Como se não bastasse ficamos a saber que esquadras, tribunais, escolas e hospitais estão em estado avançado de degradação com equipamentos obsoletos ou inexistentes, pontes, viadutos e estradas nacionais em perigo iminente. Por falar nisso, alguém já está a intervir nas fissuras da  Ponte 25 Abril depois do alerta dos engenheiros? Claro que não. Costa não sabe de nada…

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What is Neoliberalism?

7 11 2018

Luis Pablo De La Horra | November 6, 2018

Neoliberalism is one of those concepts that changes meaning depending on whom you ask. Whereas the intellectual opponents of capitalism use it to refer to the political and economic system that emerged in the 1980s and continues to be hegemonic today, classical liberals see it as a vague and empty concept that adds nothing to the political debate.

But what is exactly neoliberalism? This is the question Rajesh Venugopal tries to answer in a paper called Neoliberalism as a Concept. The term neoliberalism dates back to the 1930s or even earlier, although it didn’t start to gain importance until the 1990s. At that time it was used to refer to an economic agenda aimed at reducing the size and scope of the State and promoting the virtues of the market.

This agenda was initiated by Margaret Thatcher in the UK, Ronald Reagan in the United States, and the so-called Chicago Boys in Pinochet’s Chile. The intellectual fathers of neoliberalism, according to this account, were the economists F. A. Hayek and Milton Friedman, who helped spread the ideas of limited government and free markets.

Neoliberalism as a purely-economic phenomenon gave way to a much more ideological concept based in part on the Marxist idea of class struggle. Following this interpretation, neoliberalism would be a political agenda of the capitalist elites (i.e., wealth business people and large corporations) to subdue the lower classes. Implementing this agenda over the last decades would have increased poverty and inequality on a global scale.

Note first the obvious contradiction between these two accounts. If neoliberalism favors deregulation and free markets, large corporations should oppose it. As put by Venugopal, “neoliberalism as an agenda of the capitalist class rule rests on a crucial assumption that capitalists favor markets and that markets benefit capitalists (…) but this is not always the case.”

In effect, incumbent firms on the market don’t like competition. The creative destruction process typical of market economies forces businesses to be constantly alert not to lose their market position, something that happens very often (ask Yahoo, Kodak, or Nokia about it). Therefore, either neoliberalism follows the ideas of Hayek and Friedman, or it’s an agenda of economic elites. Both positions are incompatible.

Since the 1980s, the idea that the role and influence of State in the economy has declined in favor of the market is misleading. It is true that the 1980s represented a turning point for countries like China, Chile, or the UK, which realized that economic freedom and prosperity go hand by hand, and an overregulated economy poses a burden on economic growth. However, this hasn’t resulted in a drastic reduction in the size and scope of governments around the globe. In fact, public social spending has continued to increase in most developed countries over the last four decades.

Neither is it true that the free-market oriented reforms implemented in many countries from the 1980s onwards have resulted in the deterioration of living standards and an increase in global inequality. Actually, the opposite is true: living standards have gone up and cross-country inequality has fallen.

The idea of neoliberalism as a concept that accurately reflects the reality of today’s world is also undermined by the fact that very few people identify themselves as neoliberals. If it’s such a powerful ideological, political, and economic agenda, how come it has no self-declared supporters? Of course, this doesn’t mean that some of the ideas that are attributed to neoliberalism lack support nowadays. Yet most organizations and individuals that are deemed neoliberal avoid that tag for both its vagueness and political bias.

Venugopal concludes that the term neoliberalism “bundles together a proliferation of eclectic and contradictory concepts (…) [which] serves as a rhetorical tool and moral device for critical social scientists outside of economics to conceive of academic economics and a range of economic phenomena that are otherwise beyond their cognitive horizons.”

Or put differently, the term neoliberalism adds nothing to our understanding of the world, causes more confusion than it solves, and is usually used by non-economists as a straw man in the absence of better arguments.





Comunismo Fascismo De Esquerda

5 11 2018

Por que tratamos duas ideologias igualmente sangrentas de maneiras tão diferentes?

Se alguém lhe pedir para pensar em qualquer um dos extremos do espectro político, provavelmente você imaginaria imediatamente uma suástica em uma extremidade e uma foice no outro. Independentemente de suas opiniões sobre o paradigma esquerda-direita ou se você concorda com a teoria da ferradura, nós (com razão) tendemos a perceber o fascismo e o comunismo como as ideologias padrão do extremo.

Como tal, muitos de nós também se sentiriam desconfortáveis ​​ao ver esses dois símbolos. Ao ver uma suástica, somos imediatamente lembrados dos males do regime nazista e, consequentemente, repelidos. Para exibir publicamente o logotipo é mesmo um crime em muitos países europeus. Entendemos quão abominável é a ideologia e a tratamos de acordo com o desrespeito e repugnância.

Mas como reagimos ao martelo e à foice? Eu não tenho que escrever um artigo explicando os milhões de mortes que ocorreram nas mãos de regimes comunistas; como o Holocausto, os gulags da União Soviética e os campos de matança do Camboja são amplamente conhecidos.

No entanto, jornalistas no Reino Unido defendem abertamente e orgulhosamente o comunismo . Estátuas de Karl Marx são erguidas. Mesmo nos EUA, historicamente um dos estados mais apaixonadamente anticomunistas da história, há uma estátua de Vladimir Lenin na cidade de Seattle, no noroeste do país.

Então, por que exatamente tratamos duas ideologias igualmente sangrentas de maneiras tão diferentes?

A resposta pode estar nas percepções errôneas da virtude. Os nazistas, com razão, são vistos como odiosos e cruéis porque sua ideologia é construída em torno da ideia de que um grupo é superior ao outro. É uma ideologia inerentemente anti-igualitária, uma crença violenta que foi colocada em prática apenas uma vez por aqueles que a conceberam.

Como tal, não há maneira justificável como um fascista poderia argumentar: “Isso não era um  verdadeiro  nazismo”. O mesmo não é verdade para o comunismo.

Quaisquer deficiências, tragédias ou crises que um regime comunista enfrenta sempre podem ser atribuídas à má aplicação do roteiro infalível de Marx à utopia.

Pelo contrário; nós vemos esse argumento o tempo todo. Os que estão na extrema esquerda têm todo um guarda-chuva de estilos comunistas, do stalinismo ao anarquismo, do maoísmo ao trotskismo, ou mesmo do marxismo clássico. Como Karl Marx nunca implementou o comunismo sozinho, os líderes dos estados comunistas sempre têm esse cartão de sair da cadeia. Quaisquer deficiências, tragédias ou crises que um regime comunista enfrenta sempre podem ser atribuídas à má aplicação do roteiro infalível de Marx à utopia.

Convenientemente, os comunistas podem sempre se destacar dos horrores do passado. Eles podem se pintar como pioneiros de uma ideologia que simplesmente não teve a oportunidade de florescer (“o verdadeiro  comunismo nunca foi tentado!”).

Deste modo, os defensores do comunismo podem continuar a se pintar como protagonistas. Eles estão apenas lutando pela libertação da classe trabalhadora e pela criação de um paraíso dos trabalhadores que nada tem a ver com os falsos profetas de antes. Na pior das hipóteses, os defensores do comunismo são vistos como equivocados, mas, em última instância, bem-intencionados.

Este é o cerne da questão. Enquanto o nazismo está intrinsecamente ligado aos crimes de seus seguidores, o comunismo sempre pode ser separado. Ninguém toleraria uma camiseta estampada com Adolf Hitler ou Benito Mussolini, mas o selvagemmente opressivo Che Guevara   é facilmente destacado e transformado em símbolo de revolução.

A ideologia comunista em sua forma mais pura pode ser separada de suas implementações, mas em que ponto seu histórico terrível desacredita qualquer tentativa de defendê-la?

Mas onde desenhamos a linha? A ideologia comunista em sua forma mais pura pode ser separada de suas implementações, mas em que ponto seu histórico terrível desacredita qualquer tentativa de defendê-la?

Como economista Murray Rothbard   disse uma vez: “Não é crime ser ignorante em economia […] Mas é totalmente irresponsável ter uma opinião alta e vociferante sobre assuntos econômicos enquanto permanece nesse estado de ignorância”.

Precisamos dizer o mesmo sobre o comunismo. Continuar a defender o comunismo, apesar de seu histórico sombrio, não é bem intencionado nem equivocado; é uma tentativa deliberada de promover uma ideologia comprovadamente perigosa. A história do comunismo é tão manchada de sangue quanto a do nazismo; muito mais , na verdade. Chegou a hora de tratá-lo como tal.

Este artigo foi reimpresso da Intelectual Takeout.








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